RCN de 17 e 18/09/2022: Setorial LGBTi

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Realizada dia 11/09/22, às 10 horas (Plataforma Google Meet)

Contou com a presença das seguintes organizações: SindUte MG Subsede Juiz de Fora (oposição à sede central), Sinte Santa Catarina (oposição), Sintro Fortaleza, Apoesp – São Paulo, além de alguns independentes.

O debate teve como início um ponto de conjuntura para discutir a questão LGBTI diante do aprofundamento da crise capitalista vivida durante o governo de ultradireita de Jair Bolsonaro, com a implementação aguda de medidas neoliberais. As eleições presidenciais burguesas se aproximam de desenham um cenário de pessimismo para as LGBTIs da classe trabalhadora, ainda que Bolsonaro não seja reeleito. A conciliação de classes do PT com o ex inimigo Alckmin não promete quaisquer garantias ou ganho para os setores oprimidos. Uma evidência deste fato é o debate na BAND, em que não houve qualquer menção de atenção aos setores oprimidos: LGBTIs foram invisibilizados por completo.

Diante destas condições, os participantes do setorial expuseram suas angústias e alguns expressaram voto na conciliação de classes apenas para fugir nas ameaças de Bolsonaro e de sua seita. Ainda sofremos, no presente, as consequências da crise econômica desencadeada pela pandemia da Covid 19, em que LGBTIs tiveram que se colocar em situação de prostituição ou passar a morar na rua, devido à miséria e ao desemprego.

Ainda foi evidenciado o caráter oportunista de partidos burgueses no que diz respeito ao aproveitamento de representantes LGBTIs com inscrição em suas siglas. Alguns partidos utilizam elementos do senso comum, relacionados às pautas identitárias, por exemplo, para se construírem.

É importante que os debatedores dos partidos que não possuem espaço na mídia burguesa, apresentem pautas e programas para as LGBTIs.

Assim, o setorial LGBT define como tarefas:

- Colocar nossas pautas e nosso programa ativo nas redes sociais da CSP Conlutas, pois entendemos o propósito de nossa invisibilização na disputa das candidaturas burgueses. A ultradireita não acaba se Bolsonaro não for reeleito e também não temos nenhuma confiança na conciliação de classes Lula-Alckmin;

- Propomos nova data de reunião (25 de setembro) para reorganização de nosso setorial;

- Estudar a viabilidade de um curso de formação sobre movimento LGBT em nossa central, já que se constata a dificuldade em trazer nossos pares para a militância.

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