RCN de 17 a 18/09/2022: Setorial de Saúde e Segurança do Trabalhador

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Realizado dia: 09/09/22 – 18h00 (Plataforma Zoom)

Participantes: Perciliana Oposição ao Sintuperj, Joaquim boca – Alimentação São José dos campos, Alexandre oposição Apeoesp, Viola, Metal de Itajubá/Paraisópolis.

Viola, reafirmar a necessidade de termos uma mesa sobre trabalho home office (conforme ultimo setorial e conforme votado na reunião da Coordenação) sobre seus resultados na Saúde dos trabalhadores.

Alexandre: Relembrou os mortos, desaparecidos e atingidos pela Vale em Mariana e em Brumadinho o maior acidente de trabalho da história do país. O garimpo ilegal em terras indígenas está poluindo rios, peixes e solo na Amazônia. Além de ser um trabalho perigoso e mal pago. Relembrar o jornalista Don, os servidores Bruno e Marciel ambos da Funai, mortos trabalhando. Campanha internacional em DEFESA de ambientalistas.

Muitos trabalhadores não conseguem se afastar por acidentes e/ou doenças profissionais por causa da fila imensa do INSS, causando prejuízo financeiro ao trabalhador/@ que necessita de assistência e suporte. Fim da fila e represamento de benefícios, contratação de peritos para agilizar atendimento, responsabilizar o desgoverno Bolsonaro pelo caos no INSS.

Contra o corte de verbas para ser desviado para o orçamento secreto de Lira/PL aliado de Bolsonaro e Braga Neto ambos do PL também. Partido de Ladrões!

Professores, servidores da Saúde e diversas outras categorias estão com mais problemas de saúde, acúmulo de trabalho e problemas como síndrome do Pânico, violência, assédio moral e acúmulo de funções. Precisamos de concursos e Planos de carreira.

Abaixo a EC95 do Teto de gastos!

DEFESA do SUS!

Boca: As empresas já vêm fazendo as mudanças e transformando os laudos de PPRA, PCMSO, LTCAT pelas normas do PGR com isto até as leituras dos mapas de riscos que identifiquem os riscos ambientais tem sido alterado para pior. Como sua relação sindical chefia, caso contrário o culpado sempre será o acidentado.

Cipeiro com estabilidade precisa ser solidário com outros companheiros caso venha sofrer um acidente ou doença do trabalho e em caso destes trabalhadores que sofreram lesões chegarem a ir para justiça, os cipeiros deverão se colocar como possíveis testemunhas na justiça a favor destes trabalhadores.

No setor alimentício tivemos um curso de Cipa onde Cipeiros de empresas importantes como as empresas do setor cervejeiro e de massas e beste curso o que mais nos preocupou foram as Mudanças das NRS, em especial com relação à mudança da política de controle de riscos ambientais, trocando o PPRA pelo PGR e com isto mudanças importantes estão ocorrendo, exemplo é O Mapa de Riscos que a NR 5 fala que é uma atribuição dos cipeiros e cipeiras e agora com as mudanças as empresas estão colocando a cargo de consultorias contratadas por eles, ou seja, quem paga manda e ai não temos dúvidas que os prejudicados serão os trabalhadores e trabalhadoras.

Perciliana: Companheira Débora Lopes, parte da Oposição SINTUPERJ, ativista de base da CSP Conlutas no RJ, vem sofrendo grave situação de assédio moral no trabalho, onde a direção de sua Unidade de trabalho pediu sua mobilidade (transferência) de forma arbitrária e autoritária. Há +- três anos se deparou com grave situação de saúde, que a levou a várias cirurgias, dentre elas 2 cirurgias de coluna e outras por um câncer de mama que atingiu linfonodos, passando também por quimioterapia e radioterapia. Há 22 anos num mesmo setor, nunca recebeu qualquer reclamação de seu trabalho, nem por parte do público atendido nem por suas antigas chefias. No entanto, tomou conhecimento, somente há cerca de um mês, de um pedido de transferência de setor, a sua revelia e discordância. Nem mesmo um momento delicado de adoecimento, tão grave, foi respeitado pela atual direção da Unidade Acadêmica à qual está vinculada. Trata-se de um diretor assediador, já conhecido em outras instituições públicas.  É preciso barrar os ataques feitos à companheira. Outros dois trabalhadores dessa mesma unidade foram transferidos também de forma arbitrária.

Ela está sendo acompanhada (apesar das limitações da direção sindical) pelo setor jurídico do sindicato. Mas precisamos de apoio mais amplo para evitar o agravamento da situação.

Encaminhamos a denúncia e a moção de apoio para ser aprovada na Coordenação Nacional, se possível com assinatura das diversas entidades participantes, além do Setorial.

Sendo parte da vanguarda de luta na Universidade, onde sempre expressou claramente suas posições políticas e críticas, especialmente frente às condições de trabalho na pandemia, tem sido alvo de perseguição e assédio, talvez para se transformar num caso exemplar e silenciar os trabalhadores.

Para nós, é fundamental a defesa de Débora, como símbolo da mulher trabalhadora e ativista-militante da Universidade.

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Telefone: (11) 3107-7984 - secretaria@cspconlutas.org.br
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