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As tramas políticas nas cenas de protesto

As tramas políticas nas cenas de protesto

Por Ana Lidia Aguiar, Karina Quintanilha, Tiago Rangel Côrtes e Vera da Silva Telles

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Em fevereiro de 2022, protestos de revolta irromperam nas principais capitais do Brasil em resposta ao brutal assassinato do trabalhador congolês Moïse Kabagambe. Esses atos revelam uma articulação latente e uma pauta urgente para os movimentos sociais

Nesta matéria escrita por Ana Lidia Aguiar, Karina Quintanilha, Tiago Rangel Côrtes e Vera da Silva Telles, é apresentada uma reflexão sobre as violências que sofrem os corpos em vulnerabilidade, como os negros, indígenas e migrantes, e a "importância politica de toda essa trama associativa que se faz ver em torno dessas manifestações e atos de protesto".

No artigo, a linha de condução que levanta as diversas reflexões é o refugiado Moïse Kabagambe, assassinato em ato brutal no começo deste ano, barbárie que desencadeou uma série de protestos. A CSP-Conlutas este presente nos atos e segue defendendo a vida dos migrantes e do povo negro vítimas da intolerância, xenofobia e do racismo.

A partir de Kabagambe, outros nomes de pessoas em situação de refúgio são trazidos nesta análise urgente, de longa data, atual e não mais admissível. Como destacam no artigo: "Um corpo negro martirizado e amarrado no poste: cena que evoca o martírio de corpos escravizados no pelourinho, uma história que se atualiza no nosso presente".

Artigo por Ana Lidia Aguiar, Karina Quintanilha, Tiago Rangel Côrtes e Vera da Silva Telles.

*Este artigo é fruto de discussão conjunta e elaboração cooperativa de pesquisadores do Grupo de Pesquisa Cidade e Trabalho (PPGS-USP) e do Fórum Fronteiras Cruzadas (LAPS-USP e Metamorfoses do Mundo do Trabalho-Unicamp). Agradecemos à Hortense Mbuyi, Bianca Santana e Juliana Gonçalves pela disponibilidade de tempo para conversas e esclarecimentos de várias das questões tratadas neste texto. Estendemos os agradecimentos à Regina Lúcia dos Santos, do Movimento Negro Unificado (MNU) e à Witness por todo o apoio e reflexões partilhadas.

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