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	<title>CSP-Conlutas</title>
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	<description>Central Sindical e Popular</description>
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		<title>Resoluções sobre o I Congresso Nacional da CSP Conlutas</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 16:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cspconlutas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Coordenação Nacional da CSP Conlutas – Central Sindical e Popular, reunida em São Paulo/SP nos dias 11 e 12 de fevereiro de 2012, acerca do I Congresso Nacional da Central, delibera: &#160; Sobre as TESES: os critérios e a data de inscrição das TESES indicados no Regimento são mantidos para efeito da publicação das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Coordenação Nacional da CSP Conlutas – Central Sindical e Popular, reunida em São Paulo/SP nos dias 11 e 12 de fevereiro de 2012, acerca do I Congresso Nacional da Central, delibera:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre as TESES</strong>: os critérios e a data de inscrição das TESES indicados no Regimento são mantidos para efeito da publicação das TESES na página da Central na internet.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As adesões de entidades às TESES inscritas que foram comunicadas à Coordenação do Congresso até o dia 10 de abril de 2012 serão publicadas no caderno que for impresso para o Congresso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O termo “entidade”, indicado no Estatuto e Regimento do Congresso, designa, para o movimento sindical, além das associações de classe, sindicatos, federações e confederações, as minorias e as oposições sindicais filiadas à Central, que tem, portanto, o direito de subscrever as TESES.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As assinaturas individuais não constarão da versão impressa das TESES.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre os valores das taxas:</strong> ratificar os valores indicados pela reunião da Secretaria Executiva Nacional ampliada de 15.12.2011, quais sejam:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Delegados/as dos sindicatos, associações, federações e confederações de trabalhadores/trabalhadoras: R$ 630,00</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Delegados/as das minorias dos sindicatos, associações, federações e confederações de trabalhadores/trabalhadoras: R$ 480,00</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Delegados/as das oposições sindicais: R$ 410,00</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Delegados/as dos movimentos populares urbanos e rurais, organizações estudantis e movimentos de luta contra a opressão: R$ 140,00</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Definir o valor único da taxa para observadores de R$ 630,00</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Estabelecer como critérios para as entidades filiadas estarem em dia com a tesouraria da entidade o pagamento:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* no caso das entidades sindicais filiadas: da mensalidade de março/2012</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* dos movimentos populares em geral, oposições e minorias sindicais, movimento estudantil, movimentos de luta contra as opressões: a primeira semestralidade de 2012, autorizando, portanto, a divisão do pagamento da anuidade em duas parcelas, critério válido também para as novas filiações</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*para as entidades sindicais que se filiarem no curso do pré-congresso da Central: o pagamento, pelo menos, da mensalidade de abril/2012</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a eleição dos/as delegados/as das organizações da juventude e de luta contra as opressões</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Adotar como resolução o acordo construído entre os membros dos diversos setoriais que atuam nos movimentos de luta contra a opressão e a ANEL, que estabelece:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Dividir a representação desses movimentos (de luta contra a opressão e estudantes) da seguinte forma: o movimento estudantil tem direito a 70% dessa representação e os movimentos de luta contra a opressão filiados à Central dividem os 30% restantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A forma de eleição desses movimentos será definida pelos próprios movimentos, em respeito à sua autonomia. Da mesma forma orientamos que as delegações do movimento sindical e do movimento popular busquem garantir a presença das mulheres, dos negros e negras e LGBTs de suas bases, para que a unidade política da luta contra a opressão e a exploração também se expresse pela atuação sindical e popular”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A reunião da Coordenação Nacional acata o recurso do Movimento Mulheres em Luta e autoriza a eleição das delegadas durante o Encontro Nacional do MMl, a se realizar no dia 27 de abril de 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Coordenação Nacional delega à Secretaria Executiva Nacional a tarefa de seguir as discussões com o “Movimento Popular Terra Livre”, com vistas a garantir a participação do Movimento no Congresso da Central.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre as propostas de mudanças estatutárias:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- As propostas de mudanças estatutárias não necessariamente constarão das TESES e resoluções políticas a serem apresentadas ao I Congresso, exceto se por decisão dos proponentes das TESES.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Todas as propostas de mudanças estatutárias apresentadas pelas entidades filiadas serão publicadas num caderno próprio, para deliberação na assembléia estatutária que ocorrerá durante o I Congresso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- A Secretaria Executiva Nacional constituirá comissão para organizar o debate estatutário no Congresso, de forma sistematizada, a partir das propostas apresentadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Todas essas resoluções, aprovadas em reunião da Coordenação Nacional da CSP Conlutas, passam a compor o Regimento do I Congresso da Central.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Operários de obra do Minha Casa, Minha Vida paralisam em Fortaleza (CE)</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 16:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cspconlutas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Sindicato diz que 1200 empregados da construtora responsável têm pagamentos atrasados a receber. Empresa nega e diz que paralisação é arbitrária &#160; Cerca de 1.200 operários que trabalham em uma obra do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, na periferia de Fortaleza, paralisaram as atividades na última terça-feira (14). &#160; O sindicato da categoria denunciou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sindicato diz que 1200 empregados da construtora responsável têm pagamentos atrasados a receber. Empresa nega e diz que paralisação é arbitrária</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cerca de 1.200 operários que trabalham em uma obra do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, na periferia de Fortaleza, paralisaram as atividades na última terça-feira (14).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O sindicato da categoria denunciou atrasos nos pagamentos e más condições de trabalho. A empresa negou as acusações e disse que os salários já foram depositados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da indústria da Construção Civil da Região Metropolitana de Fortaleza (STICCRMF), os trabalhadores não receberem a remuneração em dia nem o vale-transporte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, segundo a entidade, o canteiro de obras não conta com a estrutura ideal para trabalhar. Os banheiros não são suficientes para a demanda e a alimentação fornecida não é de qualidade, de acordo com Nestor Bezerra, presidente do sindicato.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Época Engenharia, empresa que executa a obra, informou ao iG que o valor referente ao pagamento quinzenal foi depositado nesta quarta-feira (15) na conta dos colaboradores. “O que o sindicato está fazendo é uma tremenda arbitrariedade. Não houve consulta prévia. Eles invadiram a obra usando a força bruta, mandando os trabalhadores pararem”, afirmou o proprietário da construtora, Rômulo de Matos Brito Gradvohl.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gradvohl disse ainda que o canteiro de obras é “exemplar”. Segundo ele, um engenheiro e cinco técnicos de Segurança do Trabalho acompanham as atividades. “É tudo conforme a norma”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O sindicato disse que irá visitar o local novamente na quinta-feira (16) e confirmar junto aos operários se os pagamentos foram efetuados ou não e assim decidir se a paralisação continua ou não.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A obra fica em Messejana, periferia da capital, e é uma espécie de conjunto habitacional com o tamanho de um pequeno bairro, compreendendo 270 blocos de dois andares com oito apartamentos cada. Ao todo, 1920 famílias que vivem hoje em áreas de risco vão ser contempladas pelo empreendimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo a construtora responsável, as primeiras moradias serão entregues em agosto e as demais até o final do ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Ceará é um dos Estados que estão mais distantes das metas previstas no programa “Minha Casa, Minha Vida”, executado com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Em 2011, das 52 mil moradias que deveriam ser construídas, apenas 23 mil foram iniciadas. A obra em questão começou em julho do ano passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Fonte: Portal IG</strong></em></p>
<p><em><strong>http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/ce/operarios-de-obra-do-minha-casa-minha-vida-paralisam-em-fortalez/n1597629995967.html</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Chapa de oposição &#8220;União dos Rodoviários do Distrito Federal&#8221; disputa eleições para o Sindicato dos Rodoviários do DF</title>
		<link>http://cspconlutas.org.br/2012/02/chapa-de-oposicaouniao-dos-rodoviarios-do-distrito-federal-disputa-eleicoes-para-o-sindicato-dos-rodoviarios-do-df/</link>
		<comments>http://cspconlutas.org.br/2012/02/chapa-de-oposicaouniao-dos-rodoviarios-do-distrito-federal-disputa-eleicoes-para-o-sindicato-dos-rodoviarios-do-df/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 16:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cspconlutas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oposição disputa eleições para o Sindicato dos Rodoviários do DF &#160; As eleições para o Sindicato dos Rodoviários do Distrito federal  será nos dias 1, 2 e 3 de março. Duas chapas disputarão as eleições: a chapa 1 da CUT e a chapa 2 da oposição, composta em sua maioria por companheiros da União dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Oposição disputa eleições para o Sindicato dos Rodoviários do DF</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As eleições para o Sindicato dos Rodoviários do Distrito federal  será nos dias 1, 2 e 3 de março. Duas chapas disputarão as eleições: a chapa 1 da CUT e a chapa 2 da oposição, composta em sua maioria por companheiros da União dos Rodoviários do Distrito Federal (URDF) que participa da CSP-Conlutas.  Essa chapa, ao qual a central integra, foi formada após uma série de discussões que resultaram em um amplo grupo de oposição, que reúne agora dezenas de rodoviários que não concordam com a política da atual diretoria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A categoria está cansada de baixos salários, pagamento de avarias, assédio moral, demissões, acidentes, assaltos e assassinatos durante o trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os rodoviários estão esperançosos em retomar o sindicato para luta, um sindicato que seja do lado do trabalhador, independente dos patrões e do governo. A inscrição da chapa 2 foi comemorada por muitos companheiros nos terminais e garagens. Agora os rodoviários têm uma alternativa de luta para votar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Chapa se dirige a todas às entidades solicitando o apoio para travar essa luta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A inscrição das teses para o 1º Congresso da CSP-Conlutas deve ser feita até dia 28 de fevereiro</title>
		<link>http://cspconlutas.org.br/2012/02/a-inscricao-das-teses-para-o-1o-congresso-da-csp-conlutas-deve-ser-feita-ate-dia-28-de-fevereiro/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 20:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cspconlutas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Atenção, já entramos na fase de preparação do 1º Congresso Nacional da CSP-Conlutas que acontecerá de 27 a 30 de abril, em Sumaré, São Paulo. &#160; Desde a coordenação nacional que ocorreu em setembro, em Minas Gerais, os critérios, calendário, valores de taxas, local vêm sendo discutidos com a aprovação de resoluções. &#160; Portanto, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atenção, já entramos na fase de preparação do 1º Congresso Nacional da CSP-Conlutas que acontecerá de 27 a 30 de abril, em Sumaré, São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde a coordenação nacional que ocorreu em setembro, em Minas Gerais, os critérios, calendário, valores de taxas, local vêm sendo discutidos com a aprovação de resoluções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Portanto, é necessário que todos fiquem atentos às ações de preparação do Congresso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para os próximos dias já temos um prazo importante. É a inscrição Teses, que deve ser feita até o dia 28 de fevereiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O texto deve ter no máximo de 20 páginas A4, letra Times New Roman, corpo 12, espaço 1,5, sem parágrafos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Opcionalmente, poderá ser produzido um resumo no mesmo padrão, de 2 laudas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As teses deverão ser aprovadas por pelo menos uma entidade filiada em condições plenas de participação ao Congresso e entregues à Coordenação do Congresso em formato de mídia CD que permita a gravação dos dados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não serão consideradas assinaturas individuais para divulgação das Teses pela Comissão Organizadora.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Corte de R$ 55 bilhões no orçamento mais uma vez sairá das áreas sociais para beneficiar banqueiros</title>
		<link>http://cspconlutas.org.br/2012/02/corte-de-r-55-bilhoes-no-orcamento-mais-uma-vez-saira-das-areas-sociais-para-beneficiar-banqueiros/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 16:38:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cspconlutas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[ O governo Dilma anunciou ontem (15/02) que bloqueará -um eufemismo para corte- R$ 55 bilhões de importantes áreas sociais. O objetivo desse corte é alcançar a meta de R$ 140 bilhões de superávit primário, que é a reserva de recursos para o pagamento da dívida pública cuja maior parte é paga diretamente aos bancos. (clique [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> O governo Dilma anunciou ontem (15/02) que bloqueará -um eufemismo para corte- R$ 55 bilhões de importantes áreas sociais. O objetivo desse corte é alcançar a meta de R$ 140 bilhões de superávit primário, que é a reserva de recursos para o pagamento da dívida pública cuja maior parte é paga diretamente aos bancos. <a href="http://www.dieese.org.br/notatecnica/notatecDividapublica.pdf ">(<span style="color: #ff0000;">clique aqui e veja o estudo do Dieese: Dez Perguntas e Respostas Para Entender A Dívida Pública Brasileira)</span>.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p> Conforme consta na <span style="color: #ff0000;"><a href="http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/Arquivos/pronunciamentos/apresentacaoes/2012/programacao_orcamentaria.pdf"><span style="color: #ff0000;">“Programação Orçamentária”</span></a></span> distribuída pelos ministérios da Fazenda e o do Planejamento, Orçamento e Gestão, serão cortados R$ 20 bilhões de despesas obrigatórias (áreas de Previdência e Assistência Social, FGTS e outros). Os R$ 35 bilhões restantes, relacionados como despesas “discricionárias”, são receitas provisionadas das quais o governo não tem a obrigação legal de gastar integralmente o que está previsto. Serão cortes de R$ 5,5 bilhões na saúde, R$ 1,9 bilhão na educação, R$ 1,2 bilhão da Reforma Agrária, R$ 3,3 bilhões das Cidades, R$ 2 bilhões dos Transportes, R$ 2,2 bilhões da Integração Nacional, dentre outros. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o ministro Guido Mantega, ao cortar gastos, o governo busca cumprir a meta cheia de superávit primário. &#8220;Nós fizemos um corte bastante ousado. O valor de R$ 55 bilhões é elevado. Temos de fazer um corte que nos permita, com folga, fazer o primário estabelecido, de 3,1% do PIB. Esse corte que estamos fazendo permite tranquilamente fazermos o primário estabelecido de R$ 140 bilhões para este ano&#8221;, disse Mantega, em discurso divulgado pelos veículos de imprensa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enquanto os banqueiros abocanham 50% de tudo que é orçado, mantendo os gastos com a dívida pública intocáveis, todas as áreas sociais terão que se espremer na outra metade do orçamento. Para o membro da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Atnágoras Teixeira Lopes, o governo Dilma tem uma política que favorece aos banqueiros. &#8220;É uma imoralidade e uma aberração o que o governo Dilma vem fazendo. Nenhum pai ou mãe em sã consciência deixaria seus filhos sem a assistência necessária para pagar juros do cartão ou do cheque especial. É isso que significa essa política de privilegiar os bancos em detrimento dos investimentos e gastos nas áreas sociais. Tudo indica que o governo considera os banqueiros como seus legítimos filhos”, afirmou Atnágoras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p> Outra forma utilizada pelo governo para reservar mais recursos para o pagamento da dívida é a redução das aposentadorias dos servidores públicos, prevista no Projeto de Lei 1992/2007 que privatiza a previdência e a entrega aos bancos. Este projeto pode ser votado dia 28/2 no Plenário da Câmara dos Deputados, porém, os servidores públicos já se mobilizam fortemente contra mais esta medida neoliberal e privatizante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No dia de ontem (15/02) foram feitas diversas atividades em Brasília para marcar o dia do lançamento da campanha salarial 2012 dos servidores públicos. A partir desta movimentação foi conseguida a reabertura das negociações (<span style="color: #ff0000;"><a href="http://cspconlutas.org.br/2012/02/servidores-conquistam-reabertura-das-negociacoes-reuniao-para-tratar-da-pauta-de-reivindicacoes-sera-em-marco/"><span style="color: #ff0000;">veja aqui a matéria sobre o tema</span></a></span>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p> Segundo o membro da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Paulo Barela, parte importante da campanha dos servidores é a luta contra os projetos que tramitam no Congresso e que visam cortar gastos que atingem diretamente a categoria. “A lógica do governo é que os trabalhadores paguem a conta da crise internacional, cortando investimentos nas áreas sociais e atacando os servidores com o jogo duro nas negociações salariais e o corte de benefícios através destes projetos no Congresso Nacional. Se o governo seguir com essa política vai enfrentar a maior greve já realizada pela categoria. Estamos mobilizados e vamos pra cima”, enfatizou Barela.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Folha: veja as ruínas e as lembranças do Pinheirinho; local abrigou 9.000 pessoas</title>
		<link>http://cspconlutas.org.br/2012/02/veja-as-ruinas-e-as-lembrancas-do-pinheirinho-local-abrigou-9-000-pessoas/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 16:06:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cspconlutas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Deu na imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Acabou o Pinheirinho, entendeu? Isso aqui é propriedade privada, entendeu?&#8221; O segurança dirige-se a três homens que saíam do terreno de 1,3 milhão de metros quadrados, que já foi um bairro pobre de São José dos Campos, com casas, bares, igrejas, jardins e ruas, hoje desfeito em escombros. &#160; Revistados, os três levavam abacates, abundantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Acabou o Pinheirinho, entendeu? Isso aqui é propriedade privada, entendeu?&#8221; O segurança dirige-se a três homens que saíam do terreno de 1,3 milhão de metros quadrados, que já foi um bairro pobre de São José dos Campos, com casas, bares, igrejas, jardins e ruas, hoje desfeito em escombros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Revistados, os três levavam abacates, abundantes ali. &#8220;Isso é furto, entendeu?&#8221;, discursa o segurança, mão direita sobre o cinto da calça, onde prendia o spray de pimenta. &#8220;Na próxima, levo vocês para o DP, entendeu?&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acabou mesmo o Pinheirinho, onde chegaram a viver 9.000 pessoas, expulsas de suas casas no dia 22 de janeiro, em uma ação de reintegração de posse. Na sexta-feira, homens instalavam mourões para cercar a área. &#8220;A partir de amanhã, ninguém entra aqui sem autorização&#8221;, disse um dos seguranças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><object id="player_12508359" width="415" height="336" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="wmode" value="window" /><param name="src" value="http://storage.mais.uol.com.br/embed_v2.swf?mediaId=12508359&amp;tv=2" /><embed id="player_12508359" width="415" height="336" type="application/x-shockwave-flash" src="http://storage.mais.uol.com.br/embed_v2.swf?mediaId=12508359&amp;tv=2" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" wmode="window" /><noscript><a href="http://mais.uol.com.br/view/12508359">Veja as ruínas e as lembranças do Pinheirinho</a></noscript></object></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por LAURA CAPRIGLIONE</p>
<p>MARLENE BERGAMO</p>
<p>ENVIADAS ESPECIAIS A S.J. DOS CAMPOS</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Veja também artigo de Janio Freitas da Folha de S.Paulo sobre a matéria</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>No chão de outrora</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Obrigação do jornalismo raras vezes praticada pelos jornalistas, o retorno ao fato &#8220;encerrado&#8221; para verificar seus seguimentos (todos o têm, com menor ou maior interesse) fez com que Laura Capriglione e Marlene Bergamo recuperassem, pairando sobre os escombros do Pinheirinho, as muitas dívidas que as autoridades e nós outros temos com as 9.000 vítimas da brutalidade tsunâmica naquela falsa &#8220;recuperação de posse&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os escombros das vidas vividas no Pinheirinho estão largados nos &#8220;abrigos&#8221; de quem, roubada sua moradia pela violência que se utiliza do nome da Justiça, espera pela prometida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A anterior, cada família a fez com as próprias mãos. A próxima, se houver, será obra de uma empreiteira que aí colherá lucros extraídos de impostos pagos ao governo paulista. Inclusive pelos próprios desintegrados na reintegração do Pinheirinho. A engrenagem é diabólica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E o que foi feito até agora do prometido? Não se sabe. Quem faz aquele tipo de reintegração de posse não é de dar informações de seus atos e compromissos públicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nisso, porém, proporcionam uma oportunidade de quitarmos alguma coisa da nossa dívida: no papel de intermediários, dos cobradores chatos que ajudam a corroer, por muito pouquinho que seja, o esquecimento com que os grandes devedores querem acobertar os seus compromissos e as suas dívidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há 22 dias, numerosos meios de comunicação exibiram a façanha policial de espancamento, a cassetete, de um homem sozinho, desarmado, mãos erguidas ao ver o grupo dos que andavam em direção oposta, paramentados como astronautas armados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Geraldo Alckmin, acossado pela repercussão das imagens, prometeu investigação imediata do ocorrido. A investigar, mesmo, só havia a identidade do homem derrubado a porretadas e a dos facinorosos que o atacaram.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais de três semanas para fazê-lo &#8211; e nada. Diante disso, vale a pena questionar as investigações mais gerais? Aquelas que, no dizer de Geraldo Alckmin, começariam por um inquérito imediato sobre a ferocidade policial, e seus chefes, entre o ataque de surpresa às 6h da manhã e o último pedaço de casa ou de móvel a ser estraçalhado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>À falta do que dizer sobre a tal investigação, sobra o que dizer sobre a própria falta. Não se soube de providência alguma de Geraldo Alckmin, e também nada se soube da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, cuja secretária, Maria do Rosário, manifestou seu horror ao ocorrido e comprometeu-se publicamente com as providências adequadas às suas obrigações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nada, porém. E nada das demais secretarias da Presidência também prontas a aparecer com as críticas óbvias e as medidas respectivas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma providência, a rigor, uma houve. Laura e Marlene saíram do território de destroços informadas de que, a parir de ontem, os ex-moradores estão proibidos de voltar aos seus restos para garimpar uma ou outra coisinha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem sabe até um brinquedinho de plástico ou uma peça de roupa, entre aqueles pedaços de suas vidas que logo vão ajudar a preencher o solo da especulação imobiliária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Fonte: Folha.com e da Folha de S.Paulo</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Plano de Cargos e Carreiras dos servidores da Saúde de Limoeiro do Norte (CE) será votado nesta quinta</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 14:53:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O SINTSEM (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Limoeiro do Norte- Ceará) filiado à CSP-Conlutas, após mais de três anos de luta junto ao Executivo Municipal, conseguiu colocar na ordem do dia, a necessidade urgente de aprovar o Plano de Cargos e Carreiras dos servidores da Saúde deste município, fato que se constitui numa conquista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O SINTSEM (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Limoeiro do Norte- Ceará) filiado à CSP-Conlutas, após mais de três anos de luta junto ao Executivo Municipal, conseguiu colocar na ordem do dia, a necessidade urgente de aprovar o Plano de Cargos e Carreiras dos servidores da Saúde deste município, fato que se constitui numa conquista histórica para toda a categoria de trabalhadores da Saúde de forma geral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim, no sentido de fortalecer ainda mais essa luta e assegurar essa importante vitória da categoria, o sindicato convoca a todos os servidores do município a  comparecerem à Câmara Municipal de Limoeiro do Norte, neste dia 16 (quinta-feira), às 15 horas, para a votação desse Plano.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Com informações de Reginaldo Ferreira de Araújo Presidente do SINTSEM Direção Estadual da CSP-Conlutas</em></strong></p>
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		<title>Servidores conquistam reabertura das negociações; reunião para tratar da pauta de reivindicações será em março</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 20:26:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A campanha salarial 2012 dos servidores começou com força total. Na manhã desta quarta-feira (15), lançamento oficial da campanha,  cerca de 500 pessoas se concentraram no Espaço do Servidor, em Brasília,  para pressionar o governo a negociar pauta de reivindicações da categoria  protocolada no dia 24 de janeiro. &#160; Após a concentração, os servidores seguiram para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha salarial 2012 dos servidores começou com força total. Na manhã desta quarta-feira (15), lançamento oficial da campanha,  cerca de 500 pessoas se concentraram no Espaço do Servidor, em Brasília,  para pressionar o governo a negociar pauta de reivindicações da categoria  protocolada no dia 24 de janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após a concentração, os servidores seguiram para o Ministério do Planejamento para tentar uma audiência com a ministra Miriam Belchior. Uma comissão foi recebida pelo secretário-executivo adjunto do Ministério do Planejamento, Valter Correia, e pela secretária interina de Relações do Trabalho, Marcela Tapajós.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O membro da CSP-Conlutas, Paulo Barela, destacou a importância dessa reunião. “Conquistamos com nossa mobilização agendar  a primeira reunião  para tratar da nossa pauta de reivindicação no inicio do mês março”, enfatizou o dirigente, destacando que a data do encontro ainda não foi definida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como parte do lançamento da campanha no Congresso, depois da reunião, os servidores se dirigiram para o CCJ, onde ocorreu a solenidade de retomada Frente Parlamentar em Defesa dos Servidores Públicos Federais.  O auditório estava lotado com a presença de 250 pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A mesa foi presidida pelo deputado Edson santos (PT-RJ) e contou com a presença de representantes da CSP-Conlutas, CUT, Condsef e  Fenajufe.  </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os  parlamentares presentes  se manifestaram contrários  ao PL 1992 (que trata da previdência completar e privatiza o serviço) e demonstraram seu apoio às  reivindicações dos servidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No final da tarde, após o lançamento da frente, os servidores se encontraram com o secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência da República, Rogério Sottili, no Palácio do Planalto. Na ocasião reafirmaram o pedido de negociação para a campanha salarial 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As mobilizações dos servidores continuam. Um calendário de lutas está prevista para ocorrer durante todo o mês de março.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* 03/03/2012 – Seminário Nacional da CNESF.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* 04/03/2012 – Plenária Nacional da CNESF.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Indicar participação das entidades na Paralisação Nacional da Educação de 14 a 16.03.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* 12 a 16/03/2012 – Jornada Nacional de Lutas dos Servidores Públicos Federais com ações nos Estados, buscando unificar com a luta do setor de educação básica que tem paralisação nacional no período de 14, 15 e 16 de março.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* 28/03/2012 – Marcha Unificada em Brasília em unidade com as ações da COBAP e estudantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* 29/03/2012 – Apoiar e participar das atividades da COBAP (Dia do Aposentado e Pensionista) nos estados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sumaré (SP) pode ter um novo pinheirinho com ameaça de despejo na ocupação Zumbi dos Palmares</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 12:45:17 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[MTST]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A ocupação Zumbi dos Palmares localizada em Sumaré, região metropolitana de Campinas (SP), pode ser nos próximos dias o foco de mais uma tragédia social por meio de um despejo, como ocorreu em São José dos Campos com a ocupação Pinheirinho. &#160; Após 3 anos de ocupação e um acordo firmado junto às várias esferas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ocupação Zumbi dos Palmares localizada em Sumaré, região metropolitana de Campinas (SP), pode ser nos próximos dias o foco de mais uma tragédia social por meio de um despejo, como ocorreu em São José dos Campos com a ocupação Pinheirinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após 3 anos de ocupação e um acordo firmado junto às várias esferas de governo e do poder judiciário, a sentença de reintegração de posse pode ser despachada a qualquer momento, fazendo com que mais de 300 famílias sejam jogadas para a rua, sem nenhuma alternativa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A área ocupada serve como uma “solução” provisória para as famílias que aguardam a assinatura do contrato para que se iniciem as obras das casas. Entretanto, Prefeitura e Caixa Econômica Federal, responsáveis pelo projeto não conseguiram viabilizar a assinatura (e o inicio das obras) e pouco se importam com o futuro das famílias!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com o prazo provisório esgotado, o Ministério Público ameaça agir contra as famílias e determinar o despejo. Uma mancha de sangue pode cair na cidade de Sumaré a qualquer momento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enquanto isso, o prefeito José Antonio Bacchim (cassado oficialmente, mas se mantendo no cargo através de acordo com os vereadores) nada faz para reverter o quadro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não ficaremos parados esperando um novo Pinheirinho acontecer. Denunciaremos e lutaremos. Morar é um direito. Despejar é um crime!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>MTST! A luta é pra valer!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nota de repúdio ao governo de Goiás que criminaliza a greve dos professores estaduais</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 20:13:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cspconlutas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanha Salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Sindical]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Os professores e servidores administrativos da rede estadual de ensino de Goias deflagraram estão em greve desde o dia 6 de fevereiro. &#160; Os professores protestam contra o novo Plano de Cargos e Salários definido pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc). Eles  reclamam principalmente da incorporação da gratificação por titularidade ao piso salarial. &#160; O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os professores e servidores administrativos da rede estadual de ensino de Goias deflagraram estão em greve desde o dia 6 de fevereiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os professores protestam contra o novo Plano de Cargos e Salários definido pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc). Eles  reclamam principalmente da incorporação da gratificação por titularidade ao piso salarial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O governo está tratando a greve de maneira truculenta e não negocia com esses trabalhadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A CSP-Conlutas Goias solicita para as organizações e entidades do movimento sindical e popular que envie nota de repúdio ao governo de Goiás, ao secretário de educação c/ cópia p/ CSP Conlutas de Goiás.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Segue modelo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Repudiamos as medidas repressoras, discriminatórias e truculentas as quais o governo de Goiás está usando contra o movimento dos professores de Goiás, CONTRA O DIREITO DE GREVE DOS TRABALHADORES, desrespeitando o Plano de Carreira da categoria, infringindo a Lei de nosso País e as decisões do Parlamento quanto a forma de cumprir e aplicar a correção do Piso da categoria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Exigimos fim à criminalização dos movimentos sociais e trabalhistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Somos pela Revogação da Lei que modificou o Plano de Carreira dos professores e pela autonomia da Comunidade Escolar na escolha de suas matrizes curriculares.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enviar para: Governador Marconi Perillo</p>
<p>                   www.goias.gov.br  -entrar no site na parte: fale conosco. Coloque seu endereço e sua Nota de Repúdio.</p>
<p>        </p>
<p> Para: Secretário de Educação Sr. Thiago Peixoto</p>
<p>                   falecomosecretario@seduc.go.gov.br</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cópia para :conlutasgo@gmail.com</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<br /><br /><h3  class="related_post_title">Notícias Relacionadas</h3><ul class="related_post"><li>Não há Notícias Relacionadas</li></ul>]]></content:encoded>
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